China e Maestro Spok encerarram a prévia OLINDA TROPICANA

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Volta para casa. Este foi o clima do último domingo de fevereiro, que encerrou a prévia OLINDA TROPICANA, que trouxe em seu palco o cantor e compositor China, um olindense radicado em São Paulo há muitos anos. A festa contou também com apresentações de Cristina Amaral, André Rio, D’Breck, Vinicius Barros, André Mussalem e Ceceu Valença. Todos os artistas foram convidados por Maestro Spok e sua orquestra, os anfitriões do projeto que aconteceu todos os domingos de fevereiro no Casarão Estação da Luz, casa de Alceu Valença localizada no Sítio Histórico.

“Sou fã do Carnaval, de Spok e Alceu. Para mim é uma alegria cantar na minha cidade com quem admiro tanto”, ressaltou China. “Sem modéstia alguma, os pernambucanos são os reis e rainhas do carnaval brasileiro. E o nosso carnaval tem sempre que ser diverso, tradição e diversidade andando juntos. É importante respeitar os clássicos, mas também é muito bom experimentar coisas novas, musicalmente falando.”

E assim foi a apresentação de China, entre canções clássicas do Carnaval e muitas surpresas. “Spok sempre vem com alguma novidade e é bem legal contar com esse elemento surpresa”. A despedida desse período pré-Carnaval da OLINDA TROPICANA teve início às 14h, com o DJ 440 e seguiu até às 22h.

Já haviam passado pelo palco do casarão da Prudente nomes como Duda Beat, Otto, Flaira Ferro, Almério, Josildo Sá, Silvério Pessoa e o próprio mestre Alceu.

SOBRE O PROJETO - Criada pelo trio de produtoras Yanê Valença (MV Produções Artísticas), Natalia Reis (Acontecer Projetos Culturais) e Carla Bensoussan (Lead!), a OLINDA TROPICANA proporcionou uma experiência única aos visitantes: sentir e curtir a energia contagiante do carnaval olindense por meio de ações interativas, exposições de fotos, da discografia e de figurinos de Alceu, além claro, de muito frevo, batucadas e percussão.

“Como diria, Alceu, entre maracatus, batuques e ladeiras, queremos provocar nas pessoas os 7 desejos para que a Estação da Luz se torne, de janeiro a janeiro, um local de contato direto com o acervo biográfico do artista. Nossa intenção é manter a OLINDA TROPICANA um projeto perene, oferecendo ao turismo e à população um formato de lazer culturalmente diferenciado”, explica Yanê, usando nome de letras de músicas para expressar a alma da ideia. 

ESTRUTURA - Além de desbravar a carreira do cantor, as pessoas contaram com estrutura de bar, áreas de convivência e relaxamento e lojinha com produtos de artesãos pernambucanos e adereços de carnaval.  “Nosso objetivo foi oferecer um formato diferenciado de entretenimento em todo o mês pré-carnaval, além de proporcionar um ponto de apoio para os dias de folia. Conforto, privacidade, segurança e, principalmente, um banho de cultura local, fazem parte da nossa proposta que tem nos turistas um grande público-alvo potencial, além dos foliões pernambucanos”, acrescenta Carla Bensoussan.

Lead Assessoria